Tenda Espírita Caxana

Fé e Caridade

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Gostaria muito de voltar, me afastei por problemas pessoais.Mas sempre gostei da casa espero poder voltar se possivel, peço aos guias orientaçao. TEnda espirita caxana SAudades.

50 anos, parece até que foi ontem!

Quero agradecer aos valorosos irmãos que fizeram a semente do plano espiritual germinar nas searas do nosso plano na forma da TENDA ESPÍRITA CAXANA e agradecer principalmente aos irmãos de hoje que sustentam a bandeira de Pai Caxinxe e Anacreto , dividindo seu tempo nos trabalhos de fé e caridade.

Ainda, agradecer aos irmãos que estão sempre presentes nas sessões sendo combustível para que os trabalhos sejam bem desenvolvidos , compartilhando desse amor e exalando confiança na nossa casa.

Obrigado a vocês do passado ! aos senhores de hoje e aos futuros amigos que ainda irão labutar na seara de pai Caxinxe e Anacreto sob a luz de nosso senhor Jesus Cristo.

Não chores pelo que perdeste, luta pelo que tens. Não chores pelo que está morto, luta por aquilo que nasceu em ti. Não chores por quem te abandonou, luta por quem está contigo. Não chores por quem te odeia, luta por quem te quer. Não chores pelo teu passado, luta pelo teu presente. Não chores pelo teu sofrimento, luta pela tua felicidade. Com as coisas que vão nos acontecendo vamos aprendendo que nada é impossível de solucionar, apenas siga adiante. Jorge Mario Bergoglio, Papa Francisco.

Hoje, mais uma vez, inicia-se uma jornada de muito trabalho voltado a caridade e fé. Deus nos abençoe em cada instante, para que possamos semear em cada irmão Seus ensinamentos e principalmente Seu amor... "Senhor, fazei-me instrumento de ti"!!! Esse ano de 2014 estaremos celebrando nosso Jubileu de Ouro, são 50 anos de trabalho de caridade ininterruptos.

A Fábula do Cavalo Adoro essa fábula. Já contei para muitos pacientes e geralmente me pego pensando nela também (para enfrentar meus problemas). Espero que gostem... Conta-se que um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar no trabalho de sua fazenda. Um dia, o capataz lhe trouxe a notícia que um de seus cavalos havia caído num velho poço abandonado. O buraco era muito fundo e seria difícil tirar o animal de lá. O fazendeiro avaliou a situação e certificou-se de que o cavalo estava vivo. Mas pela dificuldade e o alto custo para retirá-lo do fundo do poço, decidiu que não valia a pena investir no resgate. Chamou o capataz e ordenou que sacrificasse o animal soterrando-o ali mesmo. O capataz chamou alguns empregados e orientou-os para que jogassem terra sobre o cavalo até que o encobrissem totalmente e o poço não oferecesse mais perigo aos outros animais. No entanto, na medida que a terra caía sobre seu dorso, o cavalo se sacudia e a derrubava no chão e ia pisando sobre ela. Logo os homens perceberam que o animal não se deixava soterrar, mas, ao contrário, estava subindo à medida que a terra caía, até que , finalmente, conseguiu sair...". Muitas vezes nós nos sentimos como se estivéssemos no fundo do poço e, de quebra, ainda temos a impressão de que estão tentando nos soterrar para sempre. É como se o mundo jogasse sobre nós a terra da incompreensão, da falta de oportunidade, da desvalorização, do desprezo e da indiferença. Nesses momentos difíceis, é importante que lembremos da lição profunda da história do cavalo e façamos a nossa parte para sair da dificuldade. Afinal, se permitimos chegar ao fundo do poço, só nos restam duas opções: Ou nos servimos dele como ponto de apoio para o impulso que nos levará ao topo; Ou nos deixamos ficar ali até que a morte nos encontre. É importante que, se estamos nos sentindo soterrar, sacudamos a terra e... a aproveitemos para subir. Autor Desconhecido

PENSE - Positivamente EXERCITE-SE - Diariamente ALIMENTE-SE - BEm TRABALHE - Duro MANTENHA-SE - Forte PREOCUPE -SE - Menos DANCE - Mais AME - Muito SEJA - FELIZ

Parabéns Helcinho!

O site está muito lindo!

Custou mas saiu né?

Abraços.

Oi, Sou seu ORIXÁ !

“Eu estou ao seu lado e sou aquele que nunca desacredita dos seus sonhos.
Sou eu que as vezes altero seu itinerário, e até atraso seus horários para evitar acidentes ou encontros desagradáveis.
Sim, sou eu que falo ao seu ouvido aquelas “inspirações” que você acredita que acabou de ter como “grande idéia”.
Sou eu quem te causa aqueles arrepios quando você se aproxima de lugares ou situações que vão te fazer mal.
E sou eu quem chora por você quando você com a sua teimosia insiste em fazer tudo ao contrário só para desafiar o mundo.
Quantas noites passei na cabeceira de sua cama velando por sua saúde, cuidando de sua febre e renovando suas energias.
Quantos dias eu te segurei para que você não entrasse naquele ônibus, carro e até avião ?
Quantas ruas escuras eu te guiei em segurança? Não sei, perdi a conta, e isso não importa.
O que realmente importa, e o que me deixa triste e preocupado, é quando você não acredita na sua capacidade de resolver os problemas, quando você aceita as situações como insolúveis. Quando você pára de “lutar” e simplesmente reclama de tudo e de todos. Quando você desiste de ser feliz e culpa outra pessoa pela sua infelicidade. Quando você deixa de sorrir e assume que não há motivos para rir, quando o mundo está repleto de coisas maravilhosas. Quando se esquece até de mim, seu Orixá, aquele que Olorum deu a honra de auxiliar nessa missão tão difícil que é viver e progredir.
Já que me deixaram falar diretamente com você, gostaria de te lembrar,
Que estou ao seu lado sempre, mesmo quando você acredita estar totalmente só e abandonado, até nesse momento eu estou segurando a sua mão, eu estou consolando seu coração, eu estou te olhando, e por te amar demais, fico triste com a sua tristeza, mas, como eu sei que você nasceu para brilhar, eu agradeço a Olorum a oportunidade bendita de te conhecer e cuidar de você, porque você é realmente muito especial.

Seu Orixá, que acredita em você!

A língua é um instrumento valioso para a ascensão da alma, como pode ser a porta para grandes sofrimentos. Passe a educar a sua língua a fim de que ela não sirva de canal a assuntos inferiores. Não perca tempo; a vigilância da sua língua com Jesus é dever do homem de bem. Quando a sua língua está a serviço das trevas, o resto do corpo permanece morto; quando a língua trabalha com o Cristo, tudo é vida alimentando vidas.
livro: Gotas de Verdade

Perceber a graça e a misericórdia de Deus em nossa vida é algo maravilhoso. Superar os problemas através da ajuda Dele e de Maria nos faz ser feliz a cada dia. Para perceber a graça de Deus basta olharmos para o céu, ver as nuvens a se movimentar, o sol se por no horizonte. Amigos, Jesus sempre estará conosco, se tiveres aflitos lembra-se dos ensinamentos do pai, da sua luz e do seu infinito amor por nós. obrigada senhor por nossa vida e pela oportunidade de aprender !

Bom dia Zelador Gil Guerra, Maravilhosos ensinamentos que devem ser assimilados e praticados por todos nós, .médiuns, mesmo os de outros Terreiros. ? bom para acabar com essa história de que Exu e Pomba Gira só fazem o mal e que não prestam! Já estou cansado de ouvir pessoas dizendo isso, até mesmo em famílias de pessoas Umbandistas! Respeito, Equilibrio, e principalmente amor ao próximo são as bandeiras de nossos queridos "moços e moças"! Que Pai Oxalá e toso so Orixás dêem muita luz a eles, e ao senhor, Zelador Gil Guerra! Ulisses Vitta


Amados irmãos tenham a certeza de que nada que existe na Terra será tão bom, tão importante, nem trará tanta felicidade quanto o Dia Feliz. E qual dia será este ? Será quando, desprovido do orgulho, da vaidade, do egoísmo, da inveja, da mentira e da maledicência, vocês irão limpos, leves e cheios de alegria encontrar do lado de lá no altíssimo a mão de Jesus nosso maior mestre e amigo , estendida para vocês. Esse sim é o Dia Feliz. Amém.
Assinado : Um irmão
Mensagem recebida na sessão de desenvolvimento para cura do dia 13 de junho de 2013

Laroiê é uma saudação pertinente ao Exu na cultura Afro-Brasileira. Orixá este que abre os caminhos, ele é o senhor das encruzulhadas. Onde dois caminhos se cruzam, lá mora exú. Laroiê é sua saudação. Outras saudações também são usadas como: Mojubá e Odara. Laroiê, Exu! As encruzilhadas onde " moram" os Exus não são encruzilhadas urbanas como ruas, estradas, caminhos ou atalhos. Quando nos referimos a encruzilhadas, neste caso, são as encruzilhadas do plano espiritual, onde as energias relacionadas a cada Orixá se cruzam. Laroiê, Exu! Cabe sempre lembrar que os Exus de verdade são os Guardiões do plano espiritual e que nunca, nunca praticam o mal. Zelam pela ordem e pelo cumprimento das Leis Divinas, bem como pela proteção de indivíduos e instituições que trabalham pelo bem e em prol do desenvolvimento espiritual da humanidade.

Todo mundo, alguém, qualquer um e ninguém Esta é uma história de quatro pessoas: TODO MUNDO, ALGU?M, QUALQUER UM e NINGU?M. Havia um trabalho importante a ser feito e TODO MUNDO tinha certeza de que ALGU?M o faria. QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGU?M o fêz. ALGU?M zangou-se porque era um trabalho de TODO MUNDO. TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGU?M imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo. Ao final, TODO MUNDO culpou ALGU?M quando NINGU?M fez o que QUALQUER UM poderia ter feito.

CABOCLO PENA BRANCA ?? O IRM?O UNIVERSAL UM CABOCLO SEM FRONTEIRAS Por Ras Adeagbo. Em 1929, o poderoso cacique Pena Branca, líder dos índios Yaqui do México, liderou uma revolta contra a opressão e a injustiça que vitimavam o seu povo. Desde este momento, nas terras americanas, o mito desta grande entidade nasceu. Pena Branca é hoje um símbolo de liberdade, autenticidade e fraternidade. Entrando em contato com muitos irmãos de cultos afro-indígenas do México, Caribe e Estados Unidos, fiz esta pergunta a mim mesmo : -?Será nosso Caboclo Pena Branca, esta mesma entidade ou um representante dela ? ?? Certa vez, perguntei ao irmão Alberto Salinas, curandeiro e médium de uma tradição espiritualista mexicana, quais as principais entidades que incorporavam em seu templo. O primeiro nome que ouvi foi : Pena Branca. Em seguida, comentei que no Brasil, também incorporava um índio do mesmo nome. Ele não se surpreendeu e disse que outros ??penas? também frequentavam sua sessão de cura, nada impedindo que fossem as mesmas entidades. Longe dali, no Caribe, existe uma religião chamada de Vinte e Uma Divisões (ou Vinte e Uma Linhas) que é muito parecida com a nossa amada Umbanda. Nos terreiros deste culto, trabalham destemidos espíritos de índios, pretos velhos, exus (ali chamados de candelos) e outros espíritos familiares. Na Linha de Índio Bravo, uma das Vinte e Uma Linhas, encontramos também nosso velho amigo : Pena Branca ! Ali ele baixa, firme e elegante, dando brados e vivas imponentes. Com ele, também incorporam Águia Branca, Índio da Paz e outros ??penas? : Pena Azul, Pena Negra, Pena Amarela, etc? Coincidência ? Nos estados sulistas dos Estados Unidos, existem algumas igrejas espíritas?. Coisa bem diferente, pois por fora parece um templo evangélico e por dentro um terreiro. Os pastores são médiuns e bem íntimos com as manifestações do Mundo Invisível. O espírito principal que chefia estas igrejas, as vezes chamadas de Igrejas Espiritualistas Africanas, é o Chefe Índio Falcão Negro. Quando o Chefe Falcão se manifesta, ele puxa outros companheiros das aldeias do astral, como Nuvem Vermelha, Águia Negra (nomes de chefes indígenas que existiram) e entre eles está : Pena Branca ! Mais coincidência ? Algumas fraternidades esotéricas americanas, que cultuam os Mestres Ascencionados como Saint Germain, El Morya e outros bem conhecidos da Nova Era, conhecem um belo Mestre curador. Ele aparece como um índio banhado em branca e luminosa luz, dando sábios conselhos e mensagens (veja uma imagem dele aqui reproduzida). Seu nome ? Mestre Pena Branca. Olha ele aqui de novo?. Em algumas ilhas do Caribe existe um culto chamado Obeah, de origem africana. Dentro dele são celebrados os mistérios dos espíritos de origem indígena taino, etnia local. Existem muitas entidades indígenas, a maioria com comportamento muito arredio e nomes de animais, como Cobra Verde, Pantera Negra, Jaguar Dourado e etc? Quando incorpora a Falange do Povo Alado, simbolizada pelos pássaros e morcegos, um deles tem um destaque especial. Este espírito se apresenta sério, compenetrado, usa tabaco fortíssimo e uma pena branca na cabeça. Como é chamado ? Índio Pena Branca. Pois então, novamente o encontramos. Na Venezuela existe um culto belíssimo, semelhante em tudo com a Umbanda de nossa terra. Tem caboclo, preto velho, exu, marinheiro, Orixás e tudo de bom. ? a tradição de Maria Lionza, a Rainha Mãe da Natureza. Na Linha Índia, comandada pelo famoso espírito do Cacique Gaicaipuro, incorporam centenas de caboclos venezuelanos e americanos. Eles trabalham com pemba, bebidas diversas, água, cocares, maracás e todo o aparato ameríndio. Chegam bradando e saudando o povo, que procura semanalmente os irmandades em busca de alívio, socorro material e espiritual. Certo dia em Bonaire, uma ilhazinha perto da Venezuela, eu participava de um culto de Lionza. Perto do congá, estava um rapaz incorporado com um caboclo. Atento, o índio ouvia pacientemente uma velha senhora e a limpava com um maço de ervas perfumadas. A senhora chorava muito e tremia. No final da sessão, o semblante dela havia mudado. Feliz, ela sentou-se no banco da assistência e orava agradecida. Curioso, eu me aproximei e perguntei o nome da entidade que a atendeu. A velha irmã respondeu com reverência. Adivinhem o nome do caboclo. Ele mesmo, o grande índio Pena Branca ! O tempo passou e a pergunta ainda batia dentro da minha cabeça. Será que é o mesmo Pena Branca ? Terá este caboclo conhecido da Umbanda viajado tanto assim ? Afinal, ele é mexicano, americano ou brasileiro ? Quem, afinal, nasceu primeiro, o Pena Branca daqui ou de lá ? Inquietações de um pesquisador, pois os afilhados e médiuns de Pena Branca não ficam, creio eu, tão preocupados com a sua origem. Uma bela noite, em um modesto e tranquilo terreiro umbandista do interior paulista, acontecia uma gira de caboclo. A líder do terreiro abriu o trabalho e incorporou. Seu Pena Branca estava em terra, em todo o seu esplendor e força. Fiquei atento, lembrei-me do Caribe e pensava em tudo isso que agora escrevo aqui. O caboclo Pena Branca riscou seu ponto, pediu um charuto, deu algumas ordens ao cambono e olhou para onde eu estava. Senti uma estranha energia percorrer minha espinha. Ele continuou olhando e acenou. Me levantei e acenei de volta. Foi então que ele falou : - Filho, era eu, lembra ? Tem aí um maço de ervas bem cheiroso para mim ? Salve Seu Pena Branca !